Pular para o conteúdo principal

Logo alí na frente...


Ás vezes você quer muito uma coisa e essa coisa não chega nunca. Então você pede, grita e chora; esperneia como criança que quer um brinquedo e não ganha dos pais. Ou então faz como a maioria dos adultos e desanima...
Sem saber que, na verdade, o que você tanto quer te espera logo alí na frente...
E esse logo alí pode ser um dia, uma semana ou um mês. Pode ser também um tempo a mais, como um ou dois anos. E o que a gente faz enquanto espera?
Muita gente se sente injustiçada e só olha para o que o seu próximo tem com inveja e rancor; outros, perguntam porque ainda não conseguiram...
Cada pergunta feita por cada pessoa tem uma resposta diferente, porque ninguém é igual a ninguém e as regras, apesar de serem as mesmas, são aplicadas de forma diferenciada.
Não dá para viver uma vida esperando "aquele" momento mágico, "aquela" pessoa especial, "aquele" emprego perfeito. Ao invés disso, é muito melhor, e mais produtivo, aproveitar cada dia e tentar, sempre, alcançar o que se deseja sem sofrer demais por isso.
E falo por experiência própria.
Quando você se movimenta o universo se move junto e isso não é mais uma história qualquer...
Quando você aproveita as chances, sai de casa e da sua concha, vive com outras pessoas, tem muito mais chances de conseguir o que quer e de encontrar o que procura...
Se olhar para a vida com o olhar certo vai perceber que ela é mágica; dá novas oportunidades a todos aqueles que as pedem.
E o futuro não é nada mais do que um tempo que nos espera, logo alí.
E se, por alguma motivo sua fé falhar, seu sorriso se apagar e seu olhar entristecer, lembre-se de uma coisa simples: nunca vi ninguém plantar maçãs e colher limões...
Portanto, faça a sua parte e a vida fará a dela.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A fada Sabrina

Era uma vez uma menina que acreditava em contos de fadas. Ela acreditava que todas as meninas eram princesas e que os príncipes eram homens valentes e destemidos, que salvavam as donzelas em perigo e assim os dois viveriam felizes para sempre. Em sua cabeça, ela era uma princesa, no entanto, foi batizada com nome de fada: Sabrina. O tempo passou e a menina cresceu. Vaidosa e delicada enfeitava-se com pedras brilhantes e cores da moda, os olhos castanhos sempre maquiados, os cabelos ruivos parecendo fogo brando emoldurando o rosto de aparência sempre jovem e com sardas, a princípio renegadas, mas que aumentavam sua beleza. Beijou alguns sapos na esperança de que eles se transformassem em lindos homens, mas, contrariando as histórias, na vida real sapos são sempre sapos. Um dia a princesa com nome de fada conheceu a contadora de histórias, jamais duas pessoas foram tão diferentes. A contadora de histórias já havia conhecido algumas princesas e ela não se parecia com uma. Lembrava mais um...

A Negociação

Eles estavam sentados em uma mesa no canto mais reservado do estabelecimento. O lugar era um bar simples  mas limpo, pouca iluminação, apenas o suficiente para enxergar o rosto de alguém que se sentasse perto. Claro que eles não estavam perto demais. Ela usava um vestido de linho branco um pouco acima do joelho; elegante e discreto para a ocasião. A cor neutra da roupa contrastava com o vermelho escuro dos cabelos.  Ele usava terno e gravata, mostrando que era um homem de negócios.  _Você é menos assustador do que eu imaginava. A Ruiva realmente esperava alguém mais sombrio do que aquele homem de cabelos negros e olhos acinzentados.  _ Você é mais bonita do que eu me lembrava. -  Ele sabia quem ela era, mas, realmente andava tão ocupado com os negócios que, às vezes, deixava passar alguns detalhes.  _ Mas, eu preferia seu cabelo na cor natural. Castanho não é? A raiz já está aparecendo - disse O Homem e em seguida se arrependeu. Apesar das circun...

Ana Clara é Miguel

Não é menina, é menino... Roupas compradas, um mar cor de rosa que inundava os dias dessa contadora de histórias em fração de segundos se desfaz... Como é que se muda assim uma coisa certa desde que o mundo é mundo? Primeiro não tinha nascido para ser mãe. Depois, quando ela se acostumei à ideia pensa em adotar, meia dúzia de crianças já prontinhas, esperando por uma família. Um belo dia a contadora de histórias conhece um homem com cara de menino que quer ser pai, e fala assim, logo no segundo encontro: "Não estou com você para brincar, vamos casar e ter filhos". Ele pode ser um psicopata, pensa ela; pode ser louco; ou, pode estar apaixonado. A terceira opção mostrou-se verdadeira. Anos depois, ela começa a se acostumar com a ideia e já escolheu o nome da filha, já que, se tem que ser mãe, será de uma menina. O mundo é machista, diz ela; apenas uma filha vai entender o que é ser mãe. Vai ser minha amiga e, claro, dar continuidade ao círculo da bruxaria iniciado há dezoito an...